O TOMBO DA LENDA

Uma das lendas vivas do automobilismo mundial, Stirling Moss, que atualmente tem 80 anos, levou um senhor tombo em sua residência, em Londres.
O ex-piloto caiu no vão do elevador, de uma altura correspondente a três andares mas, incrivelmente, e felizmente, sobreviveu.
Moss teve fraturas nos pés, se recupera no hospital Princess Grace e não corre risco de morte. Ainda bem !!!
O britânico é considerado até hoje, por muitos especialistas, como o melhor piloto de F1 a não ter conseguido conquistar um título na categoria, já que foi vice-campeão 4 vezes seguidas, de 1955 a 1958.

Até hoje, Moss costuma participar de eventos, pilotando carros de época. Torço para que se recupere o quanto antes.
Boa sorte Sir Stirling !!!
A notícia sobre o assunto, encontrei neste link.
CEGONHAS DO PASSADO
Ano passado recebi essas belas fotos do amiKo Chris Pitta, que agora publico aqui para vocês.
Reconhecer os carros que eram transportados, até que não é uma tarefa complicada. O que eu quero ver, é quem me diz quais são os caminhões cegonheiros da época que aparecem nessas imagens.


TIME BOM ESSE
Mesmo morando há mais de 32 anos em Sampa, sempre tive ótimos motivos para continuar torcendo pelo Grêmio.

PS: ATUALIZANDO NO DIA 8/3 – By the way, parabéns a todas as nulheres pelo dia internacional da mulher.
VIRA VIROU
Kimi Raikkonen, o ex-campeão mundial de F1 mais mala sem alça e sem graça da história, está se aventurando agora lá pelos lados do rally de velocidade.
Na sua estréia o finlandês derrubou uma árvore. Não satisfeito, o piloto-lenhador, capotou várias vezes na etapa do último dia 5, no México. Felizmente ele e o seu sofredor co-piloto não se machucaram seriamente.
Tem-se que reconhecer entretanto, que não é nada fácil pilotar esses carros de rally. Eu particularmente adimiro os pilotos dessa modalidade e, assistindo o vídeo abaixo, percebe-se que o cara tá mandando bem, mesmo quando resolve virar de cabeça pra baixo.
BELA CAMPANHA
É mais do que sabido que as campanhas publicitárias bem feitas e de bom gosto, que buscam atingir o lado emocional do seu público, são históricamente as melhores.
Essa do vídeo abaixo me foi enviada pelo amiKo Stênio, do Buteco Racing e, pra mim, é a melhor que já vi até hoje sobre segurança no trânsito. Palmas em pé aos seus criadores.
FINALMENTE …

Hoje a ex-Campos, agora entitulada Hispania Racing, apresentou seu carro e seus dois pilotos, que são Bruno Senna e o indiano Karun Chandhok.
O evento ocorreu na cidade de Múrcia, na Espanha e, finalmente, marca a entrada de mais uma equipe que esteve ameaçada de não alinhar no grid da primeira etapa, assim como marca a chegada de mais uma debutante.

Fico contente com a chegada de Bruno Senna à Fórmula 1 e espero que deixem o cara acelerar em paz, sem pressões, sem encheções de saco, sem comparativos (inclusive de aparências físicas com o tio) e sem pachequismos babacas alavancados pela emissora oficial. Enfim, que ele faça a parte dele, que já não será fácil pois certamente vai andar lá atrás, brigando com as outras novatas. Tudo isso num momento em que as regras mudaram e todos terão que se adaptar aos novos, e bagunçados, tempos.
As fotos deste post são creditadas às agências EFE e Reuters.
LADA NA F1

Estão comentando que a Lada vai patrocinar a Renault na temporada 2010 da F1. Não fui pesquisar ainda mas sei que é fato consumado.
Só espero que os Russos injetem uma grana boa e façam a carroça francesa andar na frente, pois será um pecado ver o ótimo Kubica passeando na pista. O polonês napudo acelera um monte, e merece mais que isso.
ENCONTRO DE CAMPEÕES

Foto: Emerson Fittipaldi em sua Lotus de 72. Um dos grandes campeões da F1 ainda vivos.
Olha só que bacana pessoal. No dia do primeiro GP de Fórmula 1 deste ano, que será realizado no Bahrein dia 14 de março, os organizadores do evento tiveram a belíssima idéia de reunir todos os campeões mundiais vivos para celebrar os 60 anos da categoria.
Imagine só, reunidos no mesmo local, ao mesmo tempo, figuras como Alain Prost, Nigel Mansell, Niki Lauda, Keke Rosberg, Alan Jones, Jody Scheckter, Mario Andretti, Emerson Fittipaldi, Jackie Stewart, John Surtees e Jack Brabham. Parece que Nelson Piquet ainda não confirmou presença, o que seria uma pena, ainfal de contas nosso tricampeão é figura importante dessa história toda.
Além de Piquet, o finlandês Kimi Raikkonen também não confirmou presença. Não faria falta alguma pois certamente entraria mudo e sairia calado.
Fico aqui batutando quantas centenas de milhares de histórias fascinantes essa turma toda não tem pra contar. Fico imaginando como seriam as conversas de bastidores desses caras. Queria ser uma mosquinha para estar presente nesse encontro e ouvir tudo que eles tem a dizer.
A matéria sobre o assunto, encontrei nesse link, do sempre ótimo site Grande Prêmio.
FÓRMULA GRÜN

Durante a realização das 500 Milhas de Kart Granja Viana, onde costumo trabalhar na atualização e manutenção do hot site do evento, reencontrei meu bom amigo Alex Grünvald, jornalista, blogueiro, torcedor do tricolor carioca e gaúcho e, ainda por cima, metido a pilotar kart.
Na ocasião ele me comentou que seu blog (que ja era ótimo) ia mudar de cara, de conteúdo, de estilo, ter mais atualizações e etc. Por isso, dias atrás fui dar uma sapecada por lá e, realmente, não posso deixar de indicar aos amigos leitores do meu humilde cibercanto, a leitura dos ótimos e bem escritos posts do Fórmula Grun.
Para quem gosta de automobilismo com pitadas de variedades, é um prato cheio. Boa leitura.
OS CAMPEÕES MUNDIAIS DE KART

É normal discutir ou pesquisar os campeões da Fórmula 1 e até mesmo de outras categorias, mas é incomum encontrar quem sabe ou gosta de falar sobre os campeões mundiais do kart, um título difícil de ser conquistado, que nem Ayrton Senna conseguiu faturar.
Você sabia que os italianos são os maiores abocanhadores dessa taça? Pois é. Pelo menos é o que o site All Kart nos apresenta com uma listagem de todos os vencedores desde 1964.
Até hoje, só três brasucas faturaram o caneco: Augusto Ribas em 1986 na categoria única, Gastão Fráguas em 1995 e Ruben Carrapatoso em 1998, esses dois na categoria Fórmula A.
Alguns nomes já conhecidos por quem acompanha automobilismo, figuram também no seleto hall de vencedores, como é o caso de Ricardo Patrese (1974), Jarno Trulli (1991) e Vitantonio Liuzzi (2001).
Me chamou a atenção também, um belga chamado François Goldstein. O cara faturou 4 vezes seguidas entre 69 e 73 e depois novamente em 1975. Quando tiver um tempinho vou pesquisar a respeito dele.
Clica aqui para acessar a lista e, parabéns à galera do All Kart pelo ótimo trabalho.
Créditos da foto: Auto Pictures.
PUMA OU SUBARU?
O amiKo japa Sato, um dos maiores debravadores cibernéticos que conheço, me mandou um “furo de reportagem”, no mínimo, curioso. Segundo informações trocadas pela galera do Forum Mitsumania, estariam montando um Puma com mecânica de Subaru, com a finalidade de participar de Track Days.
Bom, primeiramente, se realmente esse carango ficar pronto, espero que seja mesmo para Track Days e não para rachas de rua. Segundo, fico aqui me perguntando: com essa grana toda investida num carro, para tais inovações, não seria mais interessante participar de alguma das tantas categorias do Campeonato Paulista de Automobilismo em Interlagos?
Sei que cada um tem seu ponto de vista, mas se o objetivo é correr e ser mais rápido que os outros, porque não fazer isso em meio a outros pilotos e ainda participar de corridas mesmo?
Seguem algumas fotos do brinquedo, que o Sato me enviou. Se liga na suspensão que os caras estão montando. Será que a turma do Puma Clube aprovaria uma dessas?

IMAGENS DE BARCELONA

Estava dando uma passeada virtual por aí e encontrei algumas belas imagens do segundo dia de testes em Barcelona, no site da revista 4 Rodas. Clica aqui e dá uma olhada, vale a pena.
Cá entre nós: a Lotus e a Renault, estão show de bola, não?
ABREVIAR PRA QUÊ?
Durante o carnachato, tentando fugir dos batuques, lá estava eu entregue aos prazeres da carne que todo bom currasco nos proporciona e, de papo com o Fausto, um cara que acompanha a F1 da mesma forma que milhões de outros brasileiros o fazem, ou seja, sem se comprometer muito com o esporte e suas realidades, estávamos especulando o que a temporada de 2010 nos apresentaria com novas equipes, novos pilotos e o retorno do alemão queixudo heptacampeão.
Em meio ao descompromissado bate-papo, comentei que a Red Bull poderia ser uma das forças e, quem sabe, brigar pelo título. Meu interlocutor ficou sem entender direito e perguntou qual seria a equipe da Red Bull. Mais surpresa ele demonstrou quando expliquei que tratava-se da RBR. Idem para a Toro Rosso, “carinhosamente” conhecida como STR.
Ele não sabia que o carro azul com patrocínio da Red Bull e chamado RBR, se tratava da equipe Red Bull. Ignorância? Sim. Mas, culpa dele? Não. Trata-se apenas de ignorar os fatos por conta da forma como eles são apresentados.
Ainda fico perplexo, e acho que nunca vou me acostumar, com certos reversos que estudadas e endinheiradas ações de marketing podem sofrer. Em alguns casos, pequenos detalhes podem fazer uma boa diferença e nem sempre podem ser previstos nos planejamentos que antecedem tais ações.
Em 1987, o austríaco Dietrich Mateschitz foi genial ao lançar em seu país a primeira bebida energética da história, que mais tarde conquistaria a europa, e em 2003 responderia pela venda de mais de dois bilhões de latas em países no mundo todo.
Talvez Dietrich não imaginou que alcançaria patamares tão elevados nas vendas de seu produto, mas quando o fez, investiu forte no esporte, em especial na sua paixão: o automobilismo.
Na F1, a Red Bull entrou firme e com a experiência de quem já patrocinava a Sauber e mantinha a equipe Red Bull Junior Team na GP2. Comprou a capenga Jaguar e de lá pra cá foi crescendo e aparecendo, conquistando sua primeira vitória e dobradinha em 2009 com Vettel e Webber, consecutivamente.

Tantos acertos e as agressivas ações de marketing da empresa de energéticos, esbarram na ininteligível mania de abreviar o nome da equipe, criando, justamente, essas desinformações causadas no amigo Fausto e em tantos outros brasileiros que acompanham o esporte, sem o compromisso de ter que entender sobre qualquer coisa de automobilismo. Apenas pelo prazer de sentar na frente da TV e acompanhar uma corrida de carros, muito também pela herança dos tempos de Senna.
Esse desserviço prestado pela mídia é de uma ignorância fora do comum. Esquecem-se totalmente que sem os patrocinadores, o esporte praticado de maneira profissional não existiria e, por consequência, não haveria como preencher a pífia grade de programação de nossas emissoras brasileiras.
Quantos “Faustos” a nossa imprensa está ajudando a formar? Quantos consumidores deixam de receber de forma correta a mensagem publicitária que a Red Bull deseja passar?
HONDA CITY PELA METADE DO PREÇO
Recebi esse email do amiKo Rubens Paulino e, claro, não poderia deixar de publicar aqui para, todos juntos, darmos as mãos e dançarmos cirandinha, afinal de contas somos os palhaços desse grande circo chamado Brasil.
A matéria original está neste link.
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Honda City brasileiro é lançado no México com preço inicial de R$ 25.800 – Como é possível?

A Honda lança no México o novo City. O sedan brasileiro, produzido na fábrica da Honda localizada em Sumaré – SP, chega ao mercado mexicano com apenas duas importantes diferenças: a primeira é a entrega de mais equipamentos desde a versão de entrada, e a segunda é o preço equivalente a menos da metade do cobrado no Brasil.
No México, todas as versões são equipadas com freios à disco nas quatro rodas com ABS e EBD, airbag duplo, ar condicionado além dos vidros, travas e retrovisores elétricos. O motor é o mesmo que equipa a versão vendida no Brasil, ou seja, um 1.5 litro que entrega 116 cv de potência.
Por lá, a versão de entrada será oferecida por 197 mil pesos mexicanos, o que equivale a cerca de R$ 25.800. No Brasil, o City LX com câmbio manual (versão de entrada) que não conta com freios ABS, tem preço sugerido de R$ 56.210.
Mesmo lembrando que Brasil e México possuem um acordo comercial que isenta a cobrança de impostos de importação, fica a pergunta: Como é possível um carro fabricado no Brasil ser vendido, com lucro, por menos da metade do preço em outro país?

VIRGIN OU MANOR?

Foto: Globo.com
Nos treinos de hoje em Barcelona, o único brazuca da pista bateu seu bólido a pouco mais de 200 km/h, na rápida curva 9 do traçado. Lucas Di Grassi culpou o diferencial e lamentou não poder ter treinado mais com seu carro.
Tudo bem, essa notícia tá pipocando por tudo que é canto no dia de hoje, mas eu não consigo entender porque a Globo chama a Virgin de Manor. Nesta matéria do site deles está assim e na TV é a mesma coisa.
Certas coisas são difíceis de engolir.
NOVO LAYOUT
Como deu pra perceber, mudei o layout do blog. Ainda preciso fazer alguns ajustes finos, como passar uma ou outra coisinha para o português, mudar o topo da página por algo mais interessante, mas no geral, acho que vai ficar assim por um bom tempo. Espero que agrade.
RODÍZIO DE PNEUS: FAZER OU NÃO FAZER?
O AmiKo e desbravador cibernetico Carlos Sato, mandou uma dica pra lá de interessante: No excelente blog do Auto Entusiastas, Bob Sharp publica uma matéria com suas impressões sobre o rodízio de pneus, tão conhecido e praticado pela maioria dos motoristas.
Sharp contesta a necessidade do rodízio e dá uma fórmula para não gastar muito na troca desse importante equipamento nos carros.
Eu sempre fiz rodízio de pneus em meus carros e confesso que depois de ler essa matéria fiquei bem na dúvida quanto à real necessidade dessa prática.
Recomendo a todos que leiam. Clique aqui e tire suas próprias conclusões.
RESTAURAÇÃO DE KARTS

Estava aqui lendo a sempre ótima Revista Racing, quando me deparei com uma matéria muito interessante e que achei bacana dividir com vocês.
Trata-se de restauração de kart que, confesso, desconhecia existir, pelo menos nesse nível, tão comum dentre os amantes de carros antigos.
Um camarada chamado Marcelo Fornalli, é historiador e, ao que parece, um apaixonado por karts.
No primeiro exemplo Fornali se dedicou a restaurar um kart modelo Bug Wasp, utilizado nos Estados Unidos entre 1960 e 1965, após pagar míseros R$ 300,00 pela sucata que estava encostada num ferro velho de Curitiba – PR.
Como podem ver o resultado final ficou excelente e contou até com dicas do famoso Tchê, preparador de karts que tive o prazer de conhecer pessoalmente e que tem muita história pra contar, especialmente quando trabalhava com Ayrton Senna.
No segundo exemplo, temos um Mini Maxi-RM, utilizado no Brasil no início da década de 70, que remete aos primórdios do kartismo e da Mini em nosso país.
Comprado por apenas R$ 100,00 de um sitiante, Fornalli ainda precisou ir atrás de mais dois exemplares similares para poder aproveitar o assoalho em fibra de vidro, para-choques e volante.
O interessante nesse modelo é que no motor, a biela, pistão e anéis estavam em perfeito estado, não necessitando de troca.
Para maiores detalhes sobre essas obras de arte e ficha técnica de cada simpático bólido, adquira a edição 277 de fevereiro 2010 da Revista Racing e, boa leitura.
OLDSKOOL RALLY COPILATION
Já que ando meio saudosista dos bons tempos do automobilismo, segue pra vocês a dica de amiKo Stênio, que me manda esse belíssimo vídeo com grandes momentos das belas provas de rally de velocidade em décadas passadas. Relaxe e divirta-se.
E A BAGUNÇA CONTINUA

Como disse em meu post sobre a bagunça que tá rolando na F1, com esse chove-não-molha de equipes que se inscrevem no mundial sem ter dinheiro e estrutura sequer para comprar os pneus de seus bólidos, ando com uma imensa saudade dos tempos em que o amor e o tesão pelo automobilismo falavam mais alto do que as papagaiadas de hoje em dia.
Adrian Campos saiu fora e vendeu sua parte ao sócio Carabante. Com isso a Campos está “sob nova direção” e prometendo alinhar dois carros no Bahrein, primeira etapa do mundial.
O novo dono chamou Collin Kolles, ex-chefe da Force India para assumir a encrenca e, logo de cara, o novo chefe disse que vão precisar de dois pilotos que tragam grana pra equipe poder sobreviver, ou seja, piloto com bom patrocinador.
Com isso, quem está prestes a dançar? Bruno Senna, o único piloto que havia sido anunciado pela equipe até então. Prova de que hoje em dia, o sobrenome não fala tão alto como alguns pensam.
E vamos ver o que ainda vem pela frente.
Mais informações, nesta matéria.
CONSUMO DE GASOLINA

Recebi o email abaixo do amiKo Rubens Paulino e resolvi publicar aqui, pois julgo que as informações estejam corretas.
Ah, e não se supreenda com o fato de que descer em ponto morto (banguela) gasta mais combustível do que descer engrenado. É verdade.
leia e tire suas próprias conclusões.
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Foi realizado um experimento no Centro de Pesquisas da Petrobrás (CENPES), no RJ. Foi um procedimento para levantamento do acréscimo do consumo de gasolina com velas gastas, filtro de ar entupido, pneus murchos, etc. O carro de testes foi um Uno Fire.
Seguem os resultados:
Velas Gastas
As velas originais foram substituídas por unidades com 20.000 km rodados em outro motor idêntico, mas que jamais haviam sido limpas nem reguladas. Estavam com abertura menor que a especificada.
Acréscimo de consumo: 7,49%
Filtro de ar obstruído
O filtro de ar original foi trocado por outro que rodara também 20.000 km em outro carro igual, sem jamais ter sido limpo.
Acréscimo de consumo: 6,20%
Rodagem em “banguela”
Todos os testes foram efetuados em dinamômetro. Foi simulada a rodagem em descidas com o carro engrenado e desengrenado. Em carros com injeção eletrônica o consumo em “banguela” é ligeiramente maior que engrenado.
Acréscimo de consumo: 5,19%
Pneus murchos
Essa é para quem tem preguiça de medir a pressão dos pneus uma vez por semana, ou quando o tempo esfria. Foi feita a avaliação com 6 libras a menos em cada pneu (e pensar que tem gente que roda com 10 libras a menos).
Acréscimo de consumo: 17,80%
Janelas abertas
Esse teste não foi em dinamômetro (obviamente), por isso o resultado não pode ser comparado diretamente com os demais, mas serve como referência. O carro rodou em pista plana, em velocidade constante, com as duas janelas totalmente abertas.
Acréscimo de consumo: 9,35%
Carro com 4 passageiros
Simulou-se o peso de mais 3 passageiros (225kg). Claro que é melhor rodarem 4 pessoas em um Uno do que 4 pessoas em 4 carros separados. Mas isso serve para aqueles que “esquecem” a tralha da pescaria no porta-malas, ou que carregam uma baita caixa de ferramentas no porta-malas.
Acréscimo de consumo: 10,80%
Tudo junto
Esse teste foi feito por curiosidade, não fazia parte do experimento. Primeiro rodei sozinho pelo CENPES, com uma bureta (tem a medida exata do combustível) presa na janela do passageiro e ligada diretamente na bomba elétrica. Depois, instalamos as velas gastas, o filtro sujo, esvaziamos os pneus em 6 libras, entramos em 4 no carro e abrimos as 4 janelas. Saímos passeando por dentro do CENPES, mais ou menos pelo mesmo circuito.
Acréscimo de consumo: impressionantes 44,41% !!
É isso aí! Agora o pessoal que fica na dúvida porque seu carro faz 8 km/l enquanto o do vizinho faz 11 já pode fazer sua avaliação.
Atenciosamente,
Ricardo Rios Simões
PETROBRAS – Gás e Energia
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A VOLTA DO JAPA

Depois de ser tirado a força da F1 por conta da falência da Aguri Suzuki, em 2008, e após amargar um período sabático, Takuma Sato estará de volta ao cockpit de um monoposto, só que desta vez será na americana F.Indy, pilotando pela equipe KV.
Fico contente pelo japa, gosto dele. Espero que desca a bota e ande na frente.
Mais informações, neste link.
KOVACRASH

Nos teste de hoje em Jerez, o eterno chove-não-molha Kovalainen, deu uma panca em sua Lotus novinha, novinha. Depois, segundo esta matéria do site Grande Prêmio, o finlandês disse que apesar da batida conseguiu fazer algumas análises sobre o seu T127. Declarou que o carro tem potencial, apesar de não ter tanta aderência e perder velocidade final mas que tudo correu bem mesmo com os problemas hidráulicos enfrentados na parte da manhã.
Deixa eu ver se entendi: o cara bateu um carro que não anda junto com a concorrência, tem problema hidráulico, não se segura na pista, e diz que está tudo indo bem? Imagine quando não estiver.
Foto: Mark Thompson/Getty Images
F1 BAGUNÇADA

Essa F1 tá uma zona mesmo. Bons tempos em que o esporte e a paixão pela velocidade falavam mais alto do que a grana e a politicagem.
A espanhola Campos já disse que não participaria dos testes da pré-temporada, só apresentou Bruno Senna como piloto, ainda não tem outro piloto e admitiu dificuldades financeiras.
A americana USF1 não recebeu ainda os motores Cosworth e declarou que não vai conseguir terminar os carros a tempo. Isso depois de dizer que não alinharia nas três primeiras etapas do ano. Já há quem diga que é carta fora do baralho, mesmo tendo recebido uma parte da ajuda de 2.5 milhões de dólares que o governo argentino prometeu (que raios a Argentina tem que gastar o dinheiro dos contribuintes para ajudar equipe de F1 americana?).
Enquanto isso a sérvia Stefan demonstra estar bem das pernas, com um orçamento que varia entre 20 e 25 milhões de euros e ainda poderia receber uma ajudinha de mais 95 contos do governo de seu país, mas a FIA e o senhor Eclestone ficam fazendo cu doce para aceitar a equipe que, especula-se, poderia ressucitar o finado Ralph Schumacher na categoria, apesar de já darem como certas as presenças de Kazuki Nakajima e Karun Chandhok.
No fim das contas teremos uma temporada de 2010 disputada entre as equipes de ponta e algumas carroças preenchendo espaço no grid e se arrastando na pista para, quem sabe, sequer chegarem ao fim do ano.
CAPACETE REVOLUCIONÁRIO

Será possível?
Recebi a dica dos meus amigos e parceiros da Artmix Aerografia a respeito de uma matéria que foi publicada no blog BUTECO DA NET sobre um capacete revolucionário que promete salvar a vida de motociclistas e, porque não, pensei aqui para mim, de kartistas também.
O artefato teria sido criado por um tal de Jullian Preston, motociclista, que teve a idéia após uma contusão durante uma partida de basquete com um amigo, ao aplicar gelo na cabeça.
Pelo o que entendi, o capacete, chamado de “ThermaHelm”, e desenvolvido em fibra de carbono, como tantos outros já existentes, teria um sistema instalado em seu forro contendo dois pacotes: um de água e o outro de nitrato de amônia. No momento do impacto ambos os produtos se misturariam criando um arrefecimento instantâneo que envolveria toda a cabeça da pessoa e essa, digamos, “proteção”, pode durar até 54 minutos, com a promessa de estabilizar a pressão do cérebro, melhorando assim as chances de sobrevivência em casos de acidente.
Além da informação, pra lá de interessante dessa matéria, outro fato me chamou bastante a atenção. Diz que o modelo vai ser comercializado no Brasil ao custo de R$ 860,00 na sua versão mais simples e R$ 1.500,00 com bluetooth, câmera e GPS.

Oras, se esses forem mesmo os preços, está muito barato, pois tem capacete de moto, kart e automobilismo custando mais que isso, que não oferece esses recursos.
A matéria gringa sobre o assunto está neste site.
Se você souber algo mais sobre o assunto deixe um recado aqui, pois não fui pesquisar mais. Se encontrar algo, volto ao tratar disso.
FERRARI PLATOON

A bela Ferrari 458 Italia, foi apresentada ao mundo no ano passado no salão de Frankfurt e, como sempre, chamou muito a atenção.
Mas tem gente que não se contenta em ter o melhor. Um camarada comprou o brinquedo e resolveu pintar ao estilo “camuflagem de guerra”, sabe lá Deus por qual motivo.
Se queria aparecer conseguiu. Se queria estragar o carro, também conseguiu. Só não sei se saciou sua síndrome de Platoon ou se vai sair por aí brincando de Rambo.
Clica aqui para ver mais fotos do carrão.
ZÉ DO CAIXÃO

Dia desses, voltando do kartódromo, me deparei com essa inusitada figura circulando pelas ruas de Sampa, na região do Jaguaré. Saquei o celular e cliquei a figura pra dividir com vocês. Quando chegar a minha vez quero ir assim, com um kart do lado e a bandeira do Grêmio.
PIT STOP ARGENTINO
Estava aqui nesta ensolarada manhã de sábado de (argh) carnaval dando uma navegada pelo excelente Blog do Capelli, que na minha opinião é o melhor blog de automobilismo e afins que tem na net, além do cara ter um ótimo gosto futebolístico, quando me deparei com um post sobre o pior pit stop da história.
Trata-se da lambança que a Minardi aprontou com o argentino Esteban Tuero justo no GP da Argentina em 1998. Quem não viu, veja. Quem já viu, relembre, e divirta-se.
CORRA QUE A POLÍCIA VEM AÍ

E como vem.
No endinheirado mundo oriental de Abu Dhabi, onde os luxuosos e rápidos carrões, são presença constante, a polícia também não fica para trás.
Desde novembro do ano passado que um Nissan GT-R e um Camaro tem chamado a atenção, após terem sido incorporados à frota de viaturas da polícia local. Isso sem falar que os caras já contavam com 10 BMWs Série 5.
Vai encarar?
